Amor não é se envolver com a pessoa perfeita,
aquela dos nossos sonhos.
Não existem príncipes nem princesas.
Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos.
O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
o amor romantico
O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida.
ROMANTICO
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
ROMANTICO II
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Como eu!
Românticos são loucos
Românticos são poucos
Como eu! Como eu!
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Desvairados
Que querem ser o outro
Que pensam que o outro
É o paraíso...
Românticos são lindos
Românticos são limpos
E pirados
Que choram com baladas
Que amam sem vergonha
E sem juízo...
São tipos populares
Que vivem pelos bares
E mesmo certos
Vão pedir perdão
Que passam a noite em claro
Conhecem o gosto raro
De amar sem medo
De outra desilusão...
Romântico
É uma espécie em extinção!
Romântico
É uma espécie em extinção!
Românticos são poucos
Românticos são loucos
Como eu!
Românticos são loucos
Românticos são poucos
Como eu! Como eu!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
filosofia me leva!!!
FILOSOFIAS DE VIDA
Há várias escolas de pensamento antigo, defendendo que a nossa felicidade depende muito daquilo que se passa na nossa mente. As nossas insatisfações e medos são causa de infelicidade, e isso está muito ligado aos nossos pensamentos e à nossa atitude positiva ou negativa face à vida. Séneca – e os filósofos estóicos em geral – é um dos grandes expoentes deste pensamento.
Tudo passa pelos nossos pensamentos. (…) Um homem é tão infeliz quanto o seu convencimento de que o é.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Não é feliz aquele que assim pensa.
Autor antigo, citado por Séneca em Epístolas a Lucílio
Que interessa, no fim de contas, a alta posição que tens na vida, se tu próprio não gostas dela?
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Ver também:
Felicidade
DESPREOCUPAÇÃO EM RELAÇÃO AO FUTURO, VIVENDO O PRESENTE
Filosofias de vida e sentido da vida
Para muitos escritores e filósofos antigos, o sentido da vida obtém-se na felicidade, e esta ganha-se vivendo placidamente o presente e minimizando ou ignorando os possíveis males futuros.
A vida do louco é vazia de gratidão e cheia de medos, toda ela construída sobre os fantasmas do futuro.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, Carta a Meneceu
Os nossos infortúnios são curados pela grato reconhecimento do que de bom nos acontece e pelo reconhecimento de que é impossível desfazer o que está feito.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, The Extant Remains
Deixa cair as tuas interrogações sobre o que o amanhã te pode trazer, e considera como um lucro cada dia que o Destino te dá.
Horácio, 65-8 d. C., poeta romano, Odes
Não te preocupes com o dia de amanhã, porque o amanhã trará consigo o que é seu. Bem basta os problemas que cada dia traz no seu regaço.
Bíblia, S. Mateus
Pensar no que está muito para lá de nós, em vez de nos adaptarmos ao presente, é fonte de medo. A nossa consciência - a maior das bênçãos dadas à humanidade – é também a nossa maldição.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Para quê remexer em sofrimentos passados, e tornarmo-nos infelizes hoje porque fomos ontem? (…) Quando os sarilhos e os problemas terminam, o natural é que fiquemos alegres.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Os animais selvagens fogem do perigo que os envolve, e mal lhes escapam não mais se preocupam. Nós, porém, atormentamo-nos por aquilo que é passado e pelo que há-de vir. E assim aquilo que é uma bênção magoa-nos, pois que a memória traz de novo a agonia do medo, e a previsão antecipa-o. Ninguém confina a sua infelicidade ao presente.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Há duas coisas – a recuperação dos problemas do passado e o medo dos problemas futuros – que deveriam ser eliminadas das nossas vidas: a primeira porque não nos diz mais respeito, e a segundo porque ainda o não diz.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Aqueles que fruem a ocasião e o momento e vivem de acordo com o curso da natureza, não são afectados pela tristeza ou pela alegria. É o que os antigos chamam libertação da sujeição.
Tchuang-Tseu, filósofo chinês ligado ao taoísmo, século III ou II a. C., Book of Tchuang-Tseu
Há várias escolas de pensamento antigo, defendendo que a nossa felicidade depende muito daquilo que se passa na nossa mente. As nossas insatisfações e medos são causa de infelicidade, e isso está muito ligado aos nossos pensamentos e à nossa atitude positiva ou negativa face à vida. Séneca – e os filósofos estóicos em geral – é um dos grandes expoentes deste pensamento.
Tudo passa pelos nossos pensamentos. (…) Um homem é tão infeliz quanto o seu convencimento de que o é.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Não é feliz aquele que assim pensa.
Autor antigo, citado por Séneca em Epístolas a Lucílio
Que interessa, no fim de contas, a alta posição que tens na vida, se tu próprio não gostas dela?
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Ver também:
Felicidade
DESPREOCUPAÇÃO EM RELAÇÃO AO FUTURO, VIVENDO O PRESENTE
Filosofias de vida e sentido da vida
Para muitos escritores e filósofos antigos, o sentido da vida obtém-se na felicidade, e esta ganha-se vivendo placidamente o presente e minimizando ou ignorando os possíveis males futuros.
A vida do louco é vazia de gratidão e cheia de medos, toda ela construída sobre os fantasmas do futuro.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, Carta a Meneceu
Os nossos infortúnios são curados pela grato reconhecimento do que de bom nos acontece e pelo reconhecimento de que é impossível desfazer o que está feito.
Epicuro, 341-270 a.C., filósofo grego, The Extant Remains
Deixa cair as tuas interrogações sobre o que o amanhã te pode trazer, e considera como um lucro cada dia que o Destino te dá.
Horácio, 65-8 d. C., poeta romano, Odes
Não te preocupes com o dia de amanhã, porque o amanhã trará consigo o que é seu. Bem basta os problemas que cada dia traz no seu regaço.
Bíblia, S. Mateus
Pensar no que está muito para lá de nós, em vez de nos adaptarmos ao presente, é fonte de medo. A nossa consciência - a maior das bênçãos dadas à humanidade – é também a nossa maldição.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Para quê remexer em sofrimentos passados, e tornarmo-nos infelizes hoje porque fomos ontem? (…) Quando os sarilhos e os problemas terminam, o natural é que fiquemos alegres.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Os animais selvagens fogem do perigo que os envolve, e mal lhes escapam não mais se preocupam. Nós, porém, atormentamo-nos por aquilo que é passado e pelo que há-de vir. E assim aquilo que é uma bênção magoa-nos, pois que a memória traz de novo a agonia do medo, e a previsão antecipa-o. Ninguém confina a sua infelicidade ao presente.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Há duas coisas – a recuperação dos problemas do passado e o medo dos problemas futuros – que deveriam ser eliminadas das nossas vidas: a primeira porque não nos diz mais respeito, e a segundo porque ainda o não diz.
Séneca, 4 a.C.-65 d. C., filósofo romano, Epístolas a Lucílio
Aqueles que fruem a ocasião e o momento e vivem de acordo com o curso da natureza, não são afectados pela tristeza ou pela alegria. É o que os antigos chamam libertação da sujeição.
Tchuang-Tseu, filósofo chinês ligado ao taoísmo, século III ou II a. C., Book of Tchuang-Tseu
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
o belo!!!
Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."
terça-feira, 1 de setembro de 2009
tempo
Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?
O valor da hora
Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?
O valor da hora
Um menino com voz tímida e os olhos de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:
- Pai, quanto o Sr. ganha por hora?
O pai num gesto severo responde:
- Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado!
Mas o filho insiste:
- Mas papai, por favor, diga quanto o Sr. ganha por hora.
A reação do pai foi menos severa e respondeu:
- Três reais por hora.
- Então papai, o Sr. poderia me emprestar um real?
O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade respondeu:
- Então era essa a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais, menino aproveitador!
Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez quem sabe o filho precisasse comprar algo.
Querendo descarregar sua consciência doída, foi até o quarto do filho e em voz baixa, perguntou:
- Filho, você está dormindo?
- Não papai - respondeu sonolento o menino.
- Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu. Um real.
- Muito obrigado papai! - Disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.
- Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora do seu tempo?
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